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Centenas de pessoas concentraram-se na Praça do Rossio, em Lisboa, para exigir do governo português o imediato reconhecimento do Estado da Palestina, juntando-se assim aos mais de 140 países que já o fizeram.
No dia em que Espanha, Noruega e Irlanda consumaram esse reconhecimento, duas das organizações promotoras da concentração (CPPC e o MPPM) anunciaram o envio de uma carta ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, instando-o a reconhecer o Estado da Palestina, corrigindo desse modo uma injustiça histórica.
Em várias intervenções foi sublinhado que as autoridades portuguesas têm mesmo a obrigação constitucional de defender os direitos nacionais do povo palestiniano e a aplicação das múltiplas resoluções das Nações Unidas que apontam ao fim da ocupação e à criação do Estado da Palestina soberano, independente e viável, com Jerusalém Oriental como capital e a consagração do direito ao regresso dos refugiados.
Para além das intervenções de Julie Neves, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Dinis Lourenço, da CGTP-IN, Domingos Pereira, do Projeto Ruído, e da jovem activista palestiniana Nour El Tibi, participaram na concentração o músico Sebastião Antunes, acompanhado pelo Grupo de Adufes de A Voz do Operário, e Ritmos de Resistência.