Marcha pela Paz | Vila Nova de Gaia


No passado dia 29 de maio, na 3a Bienal Internacional de Arte Gaia 2019, realizou-se um muito participado debate, sobretudo com artistas e professores, sobre o tema da exposição "Paz e Refugiados", com curadoria de Ilda Figueiredo que, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, também foi moderadora. Participaram, além do diretor da Bienal, Agostinho Santos, os jornalistas José Goulão e Vítor Pinto Basto, membros da Presidência do CPPC.
Em debate estiveram alguns dos grandes temas da atualidade na área internacional, as causas e as consequências dos atropelos à Carta da ONU e ao Direito Internacional, o uso da mentira por parte da ideologia e da comunicação social dominantes para justificar ingerências externas, agressões e guerras com todo o sofrimento, morte, destruição de países e a criação de milhões de refugiados, tendo sido analisados alguns exemplos, como no Iraque, na Síria e em África.
Debatido foi também o papel dos artistas quer na denúncia dos flagelos das guerras quer na defesa da solidariedade, da cooperação, do desenvolvimento e progresso social e da paz.

No momento em que se assinala o Dia da Criança, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua determinação em prosseguir a sua acção em prol da paz, da cooperação e do progresso, essenciais para que as crianças possam ver consagrados e plenamente respeitados os seus direitos a uma vida feliz, saudável e plena.
Hoje, por todo o mundo, milhões de crianças sofrem com a guerra, a pobreza, a opressão, a doença, a destruição do meio ambiente. Recursos, essenciais para lhes garantir segurança, educação, saúde e habitação condigna são desviados para o armamento e para a guerra – uma pequena parte dos gastos militares mundiais resolviam os principais problemas que afectam os povos do mundo, e particularmente as crianças. Cruéis bloqueios económicos privam-nas de bens e serviços essenciais.