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Contra as injustiças e desigualdades, Pela soberania e a paz

 

Quando se assinala mais um 1.º de Maio, o CPPC chama a atenção para o momento difícil que os trabalhadores portugueses, bem como outras camadas populares, atravessam: o desemprego atinge níveis inéditos, a precariedade alastra, as injustiças e desigualdades agravam-se. Como se não bastasse, o Governo português pediu o accionamento de uma chamada «ajuda externa» ao Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia.


Do que já se conhece dos planos da chamada troika para Portugal, tanto por notícias vindas na imprensa como pela sua actuação noutros países, poderá estar em preparação um novo e brutal salto em frente nas políticas de austeridade – cortes de salários e pensões, privatizações, generalização da precariedade, facilitação e embaratecimento dos despedimentos, ataque aos serviços públicos. Tudo para garantir o pagamento da dívida, com elevados juros, aos credores – os mesmos que especularam com a dívida soberana do País.


O Conselho Português para a Paz e Cooperação, defendendo o respeito pela soberania dos povos do mundo, não pode deixar de repudiar o ataque à nossa própria soberania que representa esta chamada «ajuda externa». E lembra que por esse mundo fora, a sigla FMI é sinónimo de ingerência, pobreza, saque e guerras. Contra países e povos do mundo, o FMI (representando grandes bancos mundiais) faz uma autêntica guerra económica, espoliando-os dos seus recursos e canalizando-os para fora do País, para a acumulação de lucros.


O CPPC considera ainda que esta situação que se vive em Portugal e noutros países é expressão da grave crise que o sistema enfrenta, de que a intensificação da exploração dos trabalhadores é uma saída, assim como a guerra. Aos trabalhadores portugueses, o CPPC expressa a sua mais firme solidariedade e a certeza de que, com a sua luta e resistência, será possível travar as políticas do FMI, BCE, CE e construir um País mais justo, desenvolvido e soberano. Nessa luta, os trabalhadores portugueses podem contar com o apoio dos activistas da paz.

VIVA OS TRABALHADORES!
VIVA A PAZ!

Constituição de Abril e a Paz

O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 36.º aniversário da aprovação pela Assembleia Constituinte da Constituição da República Portuguesa, a 2 de Abril de 1976.
A lei fundamental portuguesa foi aprovada depois do derrube do regime fascista que oprimiu o povo português durante quarenta e oito anos, período da história durante qual o nosso país viveu em profunda oposição aos princípios basilares do Direito Internacional Público, designadamente pela colonização de povos, impedindo o seu exercício à sua autodeterminação e desrespeitando o seu direito à emancipação.

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Constituição de Abril e a Paz (02)

No passado dia 18 de Abril realizou-se na Casa de Alentejo um debate sobre o tema "A Constituição de Abril e a Paz" com a participação, do General Pezarat Correia militar de Abril, da presidente nacional Juventude Operária Católica Elisabete Silva e de Baptista Alves e Helena Amador da Direcção Nacional do CPPC. Este debate foi realizado no âmbito de diversas iniciativas comemorativas do 36.º aniversário da aprovação da Constituição da República Portuguesa levadas a cabo pelo CPPC. Reforça-se assim que a luta pela Paz está directamente ligada à defesa da nossa Constituição de Abril, em especial do seu artigo 7º.

 

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Comemorações do 25 de Abril

Participemos nas comemorações do 25 de Abril!

O CPPC enquanto membro da Comissão Promotora apela à participação de todos nas Celebrações Populares do 25 de Abril. Em Lisboa, o local de encontro para os aderentes e amigos do CPPC será no Marquês de Pombal, junto à Avenida Duque de Loulé, pelas 14h30. Participe!