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Com importantes testemunhos pessoais emotivos e intervenções marcantes sobre o tema proposto, decorreu no dia 20 de novembro uma sessão pública, no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto, sobre os 45 anos da Revolução de Abril e o fim do colonialismo.

Moderada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do CPPC, a sessão contou com várias e qualificadas intervenções.

José Baptista Alves, militar de Abril e presidente da Mesa da Assembleia da Paz, abordou a importância da aliança Povo/MFA na revolução de Abril de 1974 e a sua contribuição para a paz e o fim do colonialismo e do fascismo em Portugal.

 

Oliveira Alves, numa intervenção emotiva, falou da sua experiência na guerra colonial, e Jorge Ribeiro, escritor e professor, enquadrou o fim do colonialismo português no contexto da época internacional que se vivia.

José Maria Pacheco Gonçalves, padre da Diocese do Porto, falou, a partir da sua experiência pessoal, da luta antifascista e anticolonialista vivida por alguns padres católicos, desde logo o antigo bispo do Porto D. António Ferreira Gomes.

Maria José Ribeiro, membro da URAP e do MDM, falou da dureza da luta antifascista que viveu, incluindo na sua família, cujo pai, marinheiro, esteve preso quase 17 anos no campo de concentração do Tarrafal.

Por último, Nur, uma estudante palestina no Porto, tornou claro que o colonialismo ainda existe na sua terra, a Palestina, onde o seu povo é vítima do colonialismo de Israel.