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Ucrânia

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    O processo de balcanização iniciado na Europa em 1999, com os bombardeamentos à Jugoslávia, prossegue agora com a tragédia da guerra promovida na Ucrânia. São incríveis as imagens que nos chegam de edifícios e pontes destruídas, casas queimadas e cadáveres nas ruas. Mortos ultrapassam os 7.000, A tragédia prossegue apesar do acordado cessar-fogo.

    Para defesa da PAZ e esclarecimento da actual situação nessa região da Europa, necessidade acrescida pelo facto de a comunicação social dominante e as agências de notícias veicularem apenas a propaganda da NATO sobre este e outros conflitos que ameaçam a Paz, o Núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove uma sessão pública com o tema

    A entrada de uma unidade da NATO na Ucrânia provocaria a entrada do exército russo no teatro de operações? Quais as consequências disto para a PAZ na Europa?

    Esta e outras questões poderão ficar mais esclarecidas nesta sessão.

    Que ninguém falte!

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    Em nome da presidência do Conselho Mundial da Paz, repudiamos com todas as nossas forças a escalada das ações militares do governo golpista da Ucrânia contra os movimentos federalistas do Sul e Leste do país, assim como o apoio explícito que este governo vem dando às ações criminosas cometidas por neonazistas.

    É uma gravíssima violação dos direitos humanos o massacre ocorrido no dia 2 de maio em Odessa, na Casa dos Sindicatos, onde manifestantes foram presos no prédio em chamas enquanto grupos neonazistas bloqueavam suas saídas. Com profunda dor, prestamos nossas condolências e solidariedade às famílias das vítimas.

    O atual governo ucraniano não possui legitimidade, assumiu o poder por meio de um golpe de Estado orquestrado pelo imperialismo estadunidense e europeu. Por trás deste golpe está o objetivo de desestabilizar o país e instalar um regime fantoche que aceite alargar a OTAN até as fronteiras com a Rússia. A presença de organizações ultranacionalistas de inspiração fascista e nazista no governo de Kíev merece o repúdio de todos os amantes da paz no mundo.

    Quando o mundo rememora o centenário da Primeira Guerra Mundial e transcorre o 75º aniversário da Segunda, episódios de que os povos tiram ensinamentos para impulsionar a construção da paz, é inaceitável que os Estados Unidos e a União Europeia continuem a fomentar conflitos que podem resultar em tragédias de graves proporções.

    Expressamos nossa solidariedade com as populações da Ucrânia na luta por seus legítimos direitos.

    Socorro Gomes
    Presidente do Conselho Mundial da Paz

     

    Original em http://cebrapaz.org.br/site/todas-as-noticias/1019-conselho-mundial-da-paz-repudia-violencia-fascista-na-ucrania.html

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    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.


  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação acompanha com preocupação os desenvolvimentos da situação económica, social e política na Ucrânia, marcada por permanentes e crescentes tensões e alerta para a escandalosa ingerência externa nas suas questões internas, o que à luz do direito internacional só poderá merecer uma clara condenação.

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    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • José Goulão, jornalista e membro da Presidência do CPPC

    Um vídeo com pouco mais de seis minutos, publicado no Youtube, vale como um tratado de alta política e de minuciosa geoestratégica. Pelo menos à altura e com a minúcia da política e da estratégia como se praticam nos tempos que correm.

    Deixo-vos o endereço do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sSx8yLOHSUs

    A veracidade da peça não suscita dúvidas, porque a intérprete já a confirmou ao acusar os serviços secretos russos de a terem espiado, e logo a ela, uma subsecretária do Estado que espia meio mundo e também a outra metade.

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    Solidariedade com o povo da Ucrânia

    É com crescentes preocupações que assistimos à evolução da situação na Ucrânia, onde forças que se assumem como nazi-fascistas, tirando partido do agravamento de problemas sociais e do crescente e legítimo descontentamento da população desse país, fomentaram o nacionalismo xenófobo e engendraram um golpe de estado para tomar o poder, o qual, cada vez mais, recorre à violência e à repressão para se exercer, à custa de terríveis consequências, incluindo a morte indiscriminada de cidadãos indefesos.

    À tentativa de legitimar o golpe inconstitucional de Fevereiro passado e impor um novo poder dos oligarcas da Ucrânia, através de eleições presidenciais sob estado de guerra, que uma parte importante do país não aceitou, sucedem-se provocações e actos de pura barbárie e perseguição contra forças políticas e sociais que se lhes opõem e ofensivas militares sobre populações que procuram defender os seus legítimos direitos, a democracia e a Paz.

    Este recrudescimento e ascenso de forças de extrema-direita, enquanto se assinala o 69º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo e o fim da II Guerra Mundial, deverá merecer séria preocupação por parte de todos os democratas e anti-fascistas, dado o que significa e o perigo que representa para a democracia, as liberdades e direitos dos cidadãos da Ucrânia e dos povos da Europa.

    A denúncia e condenação das forças fascistas, do imperialismo e da guerra, adquirem, assim, uma particular importância e actualidade, pelo que as seguintes organizações democratas e anti-fascistas, manifestam a solidariedade ao povo da Ucrânia e apelam a todos e a todas à mobilização em defesa da liberdade, da democracia e da Paz.

    Organizações subscritoras (até o momento):

    -Associação Intervenção Democrática-ID
    -Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

    -Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos

    -Confederação Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos

    -Conselho Português para a Paz e Cooperação

    -Cooperativa Mó de Vida

    -Ecolojovem "Os Verdes"

    -Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal

    -Juventude Comunista Portuguesa

    -Movimento Democrático de Mulheres

    -Sindicato dos Professores da Região Centro

    -Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul

    -União dos Sindicatos de Lisboa / CGTP-IN

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação acompanha com profunda preocupação a situação que se vive na Ucrânia, resultante do golpe que, com o apoio político, económico e militar dos Estados Unidos da América, da NATO e da União Europeia, foi levado a cabo em 22 de Fevereiro de 2014.

    Ao longo de quase um ano sucederam-se, como é conhecido, graves situações anti-democráticas e ilegítimas, designadamente a constituição de governos que incluíram e incluem elementos de extrema-direita e, mesmo, neonazis; os atentados dos grupos paramilitares de extrema-direita e neonazis do Svoboda, do Pravy Sektor às sedes de sindicatos e de partidos e forças democráticas e anti-fascistas, a perseguição e assassinato de democratas e patriotas ou a promoção da xenofobia, de divisões étnicas e da repressão pelo novo poder golpista. Esta situação levou à resistência e lutas populares nas regiões do Leste e Sul da Ucrânia, – como na Crimeia e no Donbass (Lugansk, Donetsk, Mariupol, entre outras cidades) -, de populações maioritariamente de língua russa, movidas por sentimentos anti-fascistas e patrióticos. Como consequência, a população da Crimeia decidiu reintegrar a Federação Russa. E no caso do Donbass, as autoridades de Kiev responderam com uma violenta repressão militar contra as populações, provocando uma guerra civil.


  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua profunda preocupação e denuncia o clima de violência que se vem instalando na Ucrânia, degenerando em guerra civil, na sequência da quebra da ordem constitucional e da intromissão de interesses e forças externas. A violenta repressão exercida contra a população ucraniana que rejeita o poder golpista que tomou o poder em Kiev está a ser protagonizada por forças fascistas coniventes com o poder ilegítimo que ajudaram a instalar na Ucrânia.

  • Agrava-se a situação no Leste da Ucrânia.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua profunda preocupação pelo agravamento da situação na Região do Donbass depois de forças militares do Governo instalado em Kiev terem realizado operações militares, violando o cessar-fogo acordado em Minsk (Bielorrússia) a 5 de Setembro de 2014 e renovado em Dezembro passado - pelo chamado Grupo de Contacto Trilateral constituído pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), pela Ucrânia e pela Rússia -, bombardeando com artilharia pesada o aeroporto de Donetsk, zonas residenciais desta cidade e da vizinha cidade de Gorlovska, causando pelo menos trinta vitimas, entre feridos e mortos.

    Estes ataques são tanto mais preocupantes quanto o Governo de Kiev tinha sido recentemente advertido por sucessivas violações do cessar-fogo, causadas pelos militares às suas ordens, e pela manipulação de informações transmitidas, nomeadamente o recente ataque a um autocarro na zona de Donetsk, em que morreram 11 civis, que as autoridades de Kiev atribuem às Forças Populares das Regiões de Donetsk e Lugansk, mas que estas recusam liminarmente.

    O CPPC apela, uma vez mais, para que haja uma solução politica negociada na Ucrânia e condena a ingerência da NATO.

    Direcção Nacional do CPPC
    19 de Janeiro de 2015

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
    Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

     

  • Em 14 de Fevereiro de 2014 o Conselho Português para a Paz e Cooperação manifestou a sua preocupação sobre a situação de crescente tensão política na Ucrânia, provocada pelos manifestantes anti-governamentais que tinham ocupado a Praça da Independência, condenando a ingerência externa na vida daquele país, claramente assumida pelos Estados Unidos da América e pela União Europeia.

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    Um conjunto de cidadãos portugueses, preocupados com os graves acontecimentos na Ucrânia, com "um conflito que a divide e faz sofrer o seu povo e sobre símbolos e práticas que perigosamente fazem lembrar algumas das mais negras páginas da História da Europa", formulou o seu veemente desejo de que o conflito termine e seja devolvido ao povo da Ucrânia, o mais depressa possível, o direito a decidir do seu futuro, em paz e livre de ingerências externas.

    ABAIXO-ASSINADO
    Pela paz e contra a opressão, defender a democracia e a liberdade

    Da Ucrânia chegam-nos notícias tristes sobre um conflito que a

  • Divulgamos abaixo assinado promovido pelo Conselho da Paz dos EUA, organização membro do Conselho Mundial da Paz, sobre a situação na Ucrânia.

    "Hoje a tarefa (dos militares) é alargar as “zonas de paz democrática;” para deter a ascensão ou uma nova potência concorrente... Os Balcãs e o Sudeste Europeu, de um modo geral, representam o maior obstáculo para a criação de uma Europa “única e livre”, desde o Báltico ao Mar Negro. A demora em trazer segurança e estabilidade ao Sudeste Europeu tem... impedido a consolidação da vitória da Guerra Fria... Isto é especialmente importante tendo em vista as movimentações europeias emergentes para uma “identidade” e política de  defesa independentes; é importante que a NATO não seja substituída pela União Europeia, deixando os Estados Unidos sem uma voz nas questões de segurança Europeia..."  “Rebuilding America’s Defenses,” A Report Of The Project for the New American Century. Setembro 2000

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    Ao completar-se um ano do golpe de estado na Ucrânia crescem as preocupações com a evolução da situação na região, fruto da intervenção das forças fascizantes que se apoderaram do poder, das ingerências estrangeiras e do apoio das potências ocidentais ao poder dominante na Ucrânia.

    Foi no dia 22 de Fevereiro de 2014 que foi destituído o Presidente eleito Viktor Ianukovitch, na sequência de um golpe anti democrático, preparado e comandado do exterior, que teve início em Novembro de 2013 quando, num processo de negociação com a União Europeia, esta exigiu à Ucrânia a realização de profundas e incomportáveis reformas económicas e financeiras para que o país tivesse acesso aos mercados europeus. Face a essa ingerência, como alternativa, o governo ucraniano decidiu reatar as relações económicas com a Rússia, o que se traduziu na assinatura, a 17 de Dezembro desse ano, de um pacote de assistência financeira, no valor de 15 mil milhões de dólares, assim como a significativa baixa do preço do gás importado.