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solidariedade

  • 5 Março , quinta-feira, 21h30 no ATENEU
    (rua do Cabido- Coimbra)

    Na sessão promovida pelo CPPC e a AAPC será exibido o documentário "A revolução não será televisionada" de Kim Bartley e Donnacha O'Briain seguido de debate sobre a situação na Venezuela.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou hoje na acção de solidariedade com a Revolução Bolivariana, que reuniu um alargado conjunto de organizações e cidadãos progressistas. As organizações presentes entregaram ao Exmo. Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela várias tomadas de posição expressando o seu apoio ao povo venezuelano.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação convida todos os amigos e amigas a participarem na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a realizar no próximo dia 5 de Março na Casa do Alentejo em Lisboa pelas 18h30.

    A iniciativa promovida pelo CPPC a CGTP-IN e a AAPC contará com a participação da embaixada da República Bolivariana da Venezuela.

    Participa!

     

  • No âmbito do aniversário do golpe, ocorrido em 2002, contra o então presidente da Venezuela Hugo Chávez, decorreu na Casa da Paz, no passado dia 9 uma sessão com a participação do Ex.mo Senhor Embaixador da República Bolivariana, General Lúcas Rincon.

    Nesta iniciativa foi possível assistir ao documentário "Um Golpe e uma Carta".

     

     

     

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    O Conselho Português Para a Paz e Cooperação, promoveu, em colaboração com o Movimento Democrático de Mulheres e a Associação de Amizade Portugal Cuba, na sede desta última, no dia 11 de Outubro, uma Sessão Pública de Solidariedade com a Revolução Bolivariana.

    Na sessão participou o Presidente do Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz (COSI), Carolus Wimmer, que deu a conhecer todo o trabalho que é desenvolvido por este comité em colaboração com várias instituições venezuelanas em defesa da paz, da soberania e da Revolução Bolivariana.
    Realçou a importância da solidariedade internacional para com o povo da Venezuela e a Revolução Bolivariana, nomeadamente a que tem sido desenvolvida pelo CPPC, em colaboração com outras organizações.

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  • Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

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    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

  • Conjunto de organizações portuguesas subscrevem texto em solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

    As imensas riquezas naturais da Venezuela, nomeadamente as suas reservas de petróleo, são alvo da cobiça das grandes corporações multinacionais, nomeadamente das norte-americanas, que nunca aceitaram o processo de mudanças e transformações iniciado pelo Presidente Hugo Chávez há 18 anos.

  • O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

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    Estimados deputados
    Senhoras Embaixadoras
    Senhor Embaixador

    Caros amigos e companheiros

    Uma saudação muito especial aos nossos convidados da América Latina e do Caribe que aceitaram partilhar connosco as suas lutas, os avanços progressistas nos seus países e em toda a região, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também as preocupações com as ameaças que pairam contra as conquistas progressistas que melhoram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas, com destaque para o Brasil, a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai, El Salvador, Argentina, Perú, tendo como exemplo Cuba socialista.

    São preocupações que partilhamos porque vivemos e lutamos contra os sucessivos ataques, ao longo de dezenas de anos, à revolução portuguesa, iniciada em 25 de Abril de 1974.
    Sabemos que a luta contra a opressão e as injustiças sociais não acaba com o fim da ditadura.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena, de forma veemente, o ataque terrorista ocorrido em Ancara. O ataque contra uma manifestação pela Paz, vitimou mortalmente cerca de uma centena de pessoas e feriu inúmeras outras.

    Seja quem for responsável por este atentado, ele não pode ser desligado das políticas de desestabilização do Médio Oriente, de que o Governo turco tem sido um dos principais promotores e executores, nomeadamente através do apoio que tem prestado a grupos terroristas que actuam na Síria e no Iraque; das acções que tem realizado contra organizações curdas que combatem esses grupos terroristas; e da sua política de crescente violência contra a população turca de origem curda, nomeadamente após a realização das últimas eleições legislativas.

    O ataque contra os manifestantes em Ancara serve os interesses dos que querem tentar calar os protestos contra as políticas anti-democráticas e belicistas do Governo turco.

    Às vítimas dos atentados em Ancara, aos seus familiares, o CPPC expressa a sua solidariedade.

    Direcção Nacional do CPPC

    foto: A Mão da Paz (Turquia)

  • Por ocasião da visita do presidente dos EUA a Cuba, de 20 a 22 de Março, as organizações abaixo indicadas decidem:

    - Manifestar a sua solidariedade com Cuba e o seu heroico povo que há mais de 50 anos resistem ao inadmissível bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, que se mantém, incluindo com o seu alcance extra-territorial, exigindo o seu fim imediato.
    - Expressar o seu apoio à luta de Cuba pelo fim da base naval dos EUA instalada em Guantánamo, que aí está instalada contra a vontade do povo cubano há mais de 100 anos, e reafirmar a exigência de que seja respeitada a jurisdição de Cuba sobre este território, devolvendo-o a Cuba.
    - Reafirmar a exigência que a vontade soberana do povo cubano e a soberania e independência de Cuba sejam respeitadas e cessem todas as pressões e formas de ingerência dos Estados Unidos contra Cuba, pondo fim à política de “mudança de regime”.
    - Saudar a solidariedade de Cuba com povos e países ameaçados pelas ingerências e agressões imperialistas, como a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que defende a sua soberania face à desestabilização dos EUA.
    - Saudar, uma vez mais, o papel persistente de Cuba na defesa da Paz, de que é exemplo recente o seu empenho na Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de Paz efectuada pelos países da CELAC reunidos em Havana, Cuba, a 28 e 29 de Janeiro de 2014, que inclui o respeito absoluto da independência e soberania, do direito inalienável de qualquer Estado a decidir do seu sistema político, económico, social e cultural sem quaisquer ingerências; à igualdade e à reciprocidade.
    - Saudar a resistência, coragem e coerência de Cuba e do seu povo em defesa da sua causa patriótica e internacionalista, da sua Revolução, elemento de esperança para a luta dos povos pela liberdade, pelos direitos humanos, pela soberania, pela justiça e o progresso social, pela Paz.

    Acção Internacional pela Libertação – Bélgica
    Aliança pela Paz e Neutralidade - Irlanda
    Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa
    Associação de Paz da Turquia
    Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz
    Comité de Paz da Finlândia
    Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz
    Conselho da Paz Alemão
    Conselho de Paz do Chipre
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pela Paz – França

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) condena com veemência as recentes decisões do presidente dos EUA de agravar o bloqueio a Cuba, nomeadamente revertendo algumas das medidas, ainda que insuficientes, assumidas pela anterior administração norte-americana. A partir de agora, volta a ser mais difícil aos cidadãos dos EUA viajarem para Cuba e há novas restrições às relações comerciais com a ilha.

    Reafirmando a sua solidariedade de sempre com Cuba e o seu povo, o CPPC insiste que só o respeito pela soberania dos estados e a convivência pacífica entre países servem a estabilidade e o progresso social. E recorda que o bloqueio norte-americano a Cuba – que já dura há mais de meio século – é ilegal e repudiado por praticamente todos os países do mundo, como o demonstram as sucessivas votações realizadas na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Para além da exigência do fim do bloqueio económico, financeiro e comercial, o CPPC reafirma também a solidariedade ao Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e ao povo de Cuba na exigência de devolução do território ocupado pela base militar norte-americana em Guantánamo e no respeito pela sua decisão soberana de escolher o seu caminho, saudando a sua luta de décadas pela soberania, pelo progresso social e pela paz.
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    Foi muito participada a sessão de Solidariedade com Cuba, com a presença da Embaixadora da República de Cuba em Portugal, Mercedes Martínez Valdés, ontem realizada no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto.

    Na mesa, acompanharam a Embaixadora de Cuba, Ilda Figueiredo em representação do CPPC, Henrique Borges em representação da FENPROF, Sérgio Vinagre, em representação da Associação Porto com Cuba, e Augusto Fidalgo, em representação da Associação de Amizade Portugal- Cuba.

    O 60º aniversário da revolução cubana, a luta corajosa e heróica do povo cubano que transformaram Cuba num exemplo para a América Latina e para o mundo, a sua solidariedade com os povos, de que foram dados exemplos, designadamente dos médicos cubanos em diversos países do mundo nos locais para onde os outros não querem ir. Apesar das dificuldades que continuam a enfrentar, designadamente o bloqueio económico dos EUA, que quase ninguém apoia na Assembleia Geral da ONU, Cuba resiste e é um farol para o mundo. Foram igualmente feitas referências à revolução bolivariana, às ingerências e ao bloqueio norte americano, ou ao Brasil que está a regredir com Bolsonaro.

    As muitas dezenas de pessoas que participaram na iniciativa proclamaram a sua confiança na revolução cubana declarando que Cuba vencerá.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade aos povos das Caraíbas e à população do Sul dos EUA, dramática e profundamente afectados pela passagem dos furacões Irma e Harvey.

    Estes violentos fenómenos atmosféricos extremos provocaram a perda de vidas humanas, a destruição de importantes infra-estruturas económicas e sociais, e uma imensa devastação, embora com grau diferenciado, na Antígua, Bahamas, Barbuda, Cuba, Haiti e República Dominicana, Nevis, Saint Kitts e Santa Lucia e ainda no Sul dos Estados Unidos.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia, mais uma vez, a agressividade do imperialismo norte-americano contra os estados das Caraíbas que não aceitam prestar-lhe vassalagem – nomeadamente, Cuba – sublinhando que não só não diminuiu como, pelo contrário, recrudesceu com a atual pandemia.
    Procurando potenciar as dificuldades e problemas com que Cuba se defronta em razão da pandemia Covid 19 - tal como a generalidade dos países do mundo -, o governo dos Estados Unidos intensificou a partir de janeiro deste ano a guerra não declarada que move a esse estado vai para 60 anos, causando um prejuízo de mais de 130 mil milhões de dólares, de acordo com uma estimativa das Nações Unidas, dos quais quatro mil milhões só em 2018/19.
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    A 1 de Janeiro de 1959, o Exército Rebelde, apoiado na grande massa do povo cubano entrava em Havana pondo fim à tirania corrupta de Fulgêncio Baptista e seus sequazes, governantes de Cuba por procuração de interesses dos Estados Unidos da América. Ficavam para trás seis anos de luta revolucionária durante a qual um colectivo de homens e mulheres constituído por Camilo Cienfuegos, Celia Sánchez, Che Guevara, Fidel Castro, Frank País, Haydée Santamaría, José Echeverría, Juan Almeida, Melba Hernández, Raúl Castro, Vilma Espín e muitos outros, ousou e soube materializar as seculares aspirações do povo cubano à autodeterminação, independência e justiça.