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    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

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  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

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    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta informar do falecimento de Vítor Silva, ocorrido na madrugada de hoje. Membro do...

solidariedade

  • Projeto "Povos, Culturas e Pontes" | Seixal

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    O CPPC participou, no passado dia 16 de maio no Seixal, no encerramento das Oficinas da Paz e Cidadania Global integradas no Projeto “Povos Culturas e Pontes”, organizado pela comunidade escolar do Seixal e Câmara Municipal.
    Armando Farias, da Direção do CPPC, desenvolveu uma “Conversa sobre a Paz” para cerca de 4 turmas compostas por alunos dos 10 aos 16 anos, tendo sublinhado que, para além da ausência de ações beligerantes e de confrontos armados, a ausência de desigualdades económicas, sociais, culturais e políticas é uma condição fundamental na construção da Paz. Focou também o nível das despesas militares e as consequências das guerras com milhões de mortes, estropiados e refugiados.

    Os alunos transmitiram as conclusões das suas experiências desenvolvidas nas salas de aula sobre o tema dos refugiados, comercio justo e automatização do trabalho.

    Foi ainda apresentada uma pequena peça de teatro e foram declamados poemas em diversas línguas (crioulo de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, árabe e português).
    A exposição “Décadas de luta pela Paz” esteve exposta assim como os desenhos sobre Direitos Humanos e a Paz.

    Zulmira Ramos, da Direção do CPPC, participou nas Bibliotecas Humanas transmitindo a sua vivência sobre a viagem em que participou, recentemente, à Palestina, referindo as atrocidades cometidas por Israel sobre o povo palestino.

  • Realizou-se iniciativa em defesa da Paz e contra a guerra no Irão

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    Realizou-se no Porto, no dia 13 de Janeiro uma iniciativa do CPPC, na Praça da Palestina, em defesa da Paz e contra a guerra no Irão.

    Esta iniciativa denunciou a criminosa intervenção dos EUA contra o Iraque, e o Irão e a crescente ameaça de guerra que estas intervenções provocam, criando na região um clima de cada vez maior instabilidade e insegurança.

    Nas intervenções do sindicalista Henrique Borges e de Ilda Figueiredo pelo CPPC, sublinharam-se as tomadas de posição contra estas sucessivas guerras no Médio Oriente na Ásia, a que , desde 2003, lamentavelmente Portugal está ligado, seja pela Cimeira das Lajes que precedeu a invasão do Iraque, seja pelo recente encontro em Lisboa entre dirigentes de EUA e de Israel e que precedeu esta nova ofensiva norte-americana contra o Irão e o Iraque. Foi exigida uma política internacional que respeite a Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa, exigindo também o regresso dos militares portugueses.

    Foi afirmado que o CPPC vai continuar a lutar pela Paz e contra a guerra, como os participantes na iniciativa gritaram a várias vozes. Iniciativas em defesa da paz vão continuar, com a realização do Concerto pela Paz no próximo dia 25 de Janeiro, no Rivoli, no Porto.

  • Respeitar a soberania e a vontade do povo venezuelano!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o povo venezuelano pela importante demonstração de soberania e patriotismo dada no passado domingo, 20 de Maio, nas eleições presidenciais onde votaram cerca de metade dos cidadãos eleitores (48%), tendo Nicolás Maduro obtido 68% dos votos expressos.

    Perante a conspiração e as ameaças externas e internas, o povo venezuelano mostrou a sua determinação em prosseguir, soberana e democraticamente, o caminho que livremente escolheu: da paz, do progresso social, da cooperação com todos os povos, nomeadamente os da América Latina.

  • Respeitar a vontade do povo venezuelano

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    O CPPC promoveu, no dia 18, uma sessão pública sobre as recentes eleições legislativas na República Bolivariana da Venezuela, com o significativo lema «Respeitar a Vontade do Povo Bolivariano».
    De facto, é precisamente isto que está em causa nesta situação: acossada pelo imperialismo, a Venezuela e o seu povo defendem o seu processo democrático e soberano, iniciado com a vitória eleitoral da Hugo Chávez nas eleições de dezembro de 1998 e que o desde o início tem enfrentado a ingerência, o golpismo e o bloqueio do imperialismo norte-americano, apoiado pela UE, por alguns países da América Latina e pela oligarquia venezuelana.
    Estiveram presentes os embaixadores da Venezuela e de Cuba em Portugal, Lucas Rincón Romero e Mercedes Martínez, respetivamente, Luís Carapinha, do CPPC, e Sandra Pereira, deputada do Partido Comunista Português no Parlamento Europeu, que esteve como observadora no ato eleitoral.
    A sessão teve como objetivo principal dar informação sobre os últimos desenvolvimento da situação na República Bolivariana da Venezuela, não deixando de constituir um vibrante momento de solidariedade e de defesa do direito dos povos trilharem os seus próprios caminhos de desenvolvimento soberano, sem ingerência de qualquer espécie. A solidariedade internacional é, a par da resistência no próprio país, o caminho para vencer.
  • Respeite-se a vontade do povo venezuelano

    respeite se a vontade do povo venezuelano 1 20201123 1238415227
     
    Com o aproximar das eleições legislativas de 6 de Dezembro, na Venezuela, das quais sairá a nova composição da Assembleia Nacional e contra as quais os EUA e seus aliados, nomeadamente a UE, têm instigado ao boicote, cresce a necessidade da solidariedade de todos em defesa do direito do povo venezuelano a decidir do seu futuro.
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recordando que, por exemplo, a UE recusou um convite de Caracas para enviar observadores às eleições, divulga ligação para a petição "A União Europeia deve respeitar o veredicto das urnas na Venezuela".
  • Respeite-se o direito internacional e a Constituição de Abril

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia firmemente as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que constituem uma ameaça directa à República Bolivariana da Venezuela e uma inaceitável ingerência nos assuntos internos de um país soberano.

    Ao fazer depender uma não intervenção militar externa no pais sul-americano da realização de eleições, o ministro português associa vergonhosamente o nome de Portugal aos que pretendem, a todo o custo, derrubar o governo legítimo da Venezuela para, assim, inverter as conquistas políticas, económicas, sociais e culturais alcançadas nos últimos 20 anos pela Revolução Bolivariana e colocar os vastos recursos naturais do país ao serviço de interesses estrangeiros, em particular dos EUA.

  • Reunião | Encontro pela Paz 2020

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    No passado dia 12 de Setembro realizou-se uma importante reunião preparatória do próximo Encontro pela Paz, a realizar em 2020. A reunião decorreu na Câmara Municipal de Setúbal e incluiu a sua presidente, Dra. Maria das Dores Meira e o vereador Ricardo Oliveira, o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Eng. Joaquim Santos, que coordena o Movimento dos Municípios pela Paz, e a vereadora Manuela Calado, a representante da Câmara Municipal de Loures, Carla Manso, onde se realizou o Encontro pela Paz de 20 de Outubro de 2018, o dirigente do MPPM, Vítor Pinto, a presidente da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, acompanhada dos dirigentes Armando Farias e Zulmira Ramos e de Deolinda Machado, membro da Presidência do CPPC.

    No próximo dia 23 de Outubro, na Casa da Paz, prosseguirá a preparação do próximo Encontro pela Paz numa reunião que incluirá as organizações que prepararam e dinamizaram o encontro de 2018.

  • REVOLUÇÃO DE ABRIL – VALORES ESSENCIAIS À PAZ

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    O Povo Português vai, mais uma vez, comemorar e defender os valores democráticos instituídos pela Revolução iniciada a 25 de Abril de 1974, um dos mais importantes acontecimentos da nossa História, semente para as profundas transformações do nosso País, abrindo as portas para os valores da liberdade, da democracia, do desenvolvimento, do progresso social, da soberania e independência nacional, da paz e da cooperação, com importantes repercussões também a nível internacional.

    O 25 Abril permitiu acabar com o fascismo e a guerra colonial, responsáveis pela repressão e miséria da grande maioria da população, conquistar liberdades políticas, sociais e sindicais, incluindo os direitos das mulheres, assim como combater e mais tarde eliminar o trabalho infantil e o analfabetismo.

  • Saara Livre e Independente!

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    https://youtu.be/PQU4exN2yg4

  • SAARA OCIDENTAL LIVRE E INDEPENDENTE

  • Saara Ocidental não é do Reino de Marrocos

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a mais firme condenação perante as declarações da Administração dos EUA que pretendem legitimar a ilegal ocupação do Saara Ocidental pelo Reino de Marrocos.
    À semelhança das inaceitáveis decisões que pretendem legitimar a ilegal ocupação da Palestina por parte de Israel, esta recente tomada de posição da Administração dos EUA representa uma nova e profunda afronta ao direito dos povos à sua auto-determinação e soberania, ao seu direito à paz. Estes dois exemplos estão tanto mais ligados, quanto em troca deste “reconhecimento” por parte dos EUA, o Reino de Marrocos normalizou as suas relações diplomáticas com Israel.
    Uma vez mais a Administração dos EUA assume o seu papel de promotora e cúmplice da opressão nacional dos povos, em manifesta afronta aos princípios da Carta da ONU e ao Direito Internacional.
    Reafirmando a sua solidariedade ao povo saarauí e à Frente Polisário, sua legítima representante, o CPPC considera que o Governo português, em coerência com os princípios da Constituição da República Portuguesa e do Direito Internacional, deve repudiar as declarações da Administração dos EUA – denunciando os que querem impor a sua vontade aos povos do mundo, para os espoliarem dos seus recursos – e desenvolver uma activa acção pelo respeito do inalienável direito à auto-determinação do povo saarauí, pelo fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e pela libertação dos presos políticos saarauís das prisões marroquinas.
    Direção nacional do CPPC
  • São já 45 organizações e entidades que se associam ao Encontro pela Paz!

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    O Encontro pela Paz continua a crescer e para além das 12 organizações e entidades iniciais, mais 33 já se juntaram a este importante momento para defesa da Paz.

    Promotoras:

    Câmara Municipal de Loures
    Confederação Geral dos trabalhadores Portugueses – Intersindical
    Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Federação Nacional de Professores
    Juventude Operária Católica
    Liga Operária Católica – Movimento de Trabalhadores Cristãos
    Movimento Democrático das Mulheres
    Movimento Municípios pela Paz
    Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente
    Pastoral Operária
    União de Resistentes Antifascistas Portugueses

  • Saudação a Cuba e à República Bolivariana da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação congratula-se com mais uma importante vitória de Cuba na Assembleia–Geral da ONU na luta contra o bloqueio económico que o governo dos EUA continua a impor aos cubanos e ao Mundo, dado o seu carácter extra-territorial. Foi no passado dia 28 de Outubro que, mais uma vez, com 188 votos a favor, e pela vigésima terceira vez consecutiva, a Assembleia-Geral das Nações Unidas solicitou aos Estados Unidos da América que ponha fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro contra Cuba.

  • Saudação à Manifestação Nacional de Mulheres

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    Saudando a Manifestação Nacional de Mulheres de 8 de Março, em Lisboa, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres e reconhecendo-se nos seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação estará presente nesta jornada de luta e convida todos os amantes da paz a participarem na manifestação e a se juntarem à faixa com que o CPPC desfilará.

    Concentração Praça dos Restauradores, junto Avenida da Liberdade, às 14h30.

    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta contra a discriminação e violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade.

    Pela Paz, todos não somos de mais!

  • Saudação ao 1º de Maio

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda os trabalhadores – mulheres e homens - que lutaram e lutam por um mundo mais justo, mais fraterno e mais solidário, em defesa das conquistas de Abril consagradas na Constituição da República Portuguesa, da liberdade, da democracia e da paz. Uma luta que assume uma particular importância num momento tão complexo como o que estamos a viver em que alguns procuram pôr em causa os direitos dos trabalhadores, incluindo o direito ao trabalho e outros importantes direitos e conquistas democráticas.

    O CPPC saúda de uma forma especial as iniciativas da CGTP-IN realizadas num contexto de grande dificuldade e com as limitações existentes, reafirmando que a Paz que defendemos é bem mais que a ausência da guerra. Implica a defesa dos direitos humanos fundamentais, do direito de todos os cidadãos disporem de condições de vida e de trabalho dignas; de uma justa distribuição da riqueza; de uma educação pública de qualidade e de um Serviço Nacional de Saúde para todos devidamente preparado material e humanamente; de emprego seguro, com direitos e justa remuneração; de proteção no desemprego; de pensões de reforma dignas; da proteção social na infância, na velhice e em situações de especial necessidade; do direito a uma habitação digna e a um ambiente sadio, do acesso à produção e fruição culturais, entre outros.

    O CPPC saúda os trabalhadores e os povos de todo o mundo, e em especial os que sofrem a violência da agressão militar, os que lutam pela sua liberdade e o seu direito soberano a escolher o seu caminho, os refugiados e deslocados que anseiam pelo direito a uma vida digna. A todos, manifestamos a nossa total e comprometida solidariedade.

    Pela Paz todos não somos demais!

    Direção Nacional do CPPC

  • Saudação e solidariedade com o povo venezuelano

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda calorosamente o povo venezuelano pela sua participação massiva nas eleições do passado domingo para a Assembleia Nacional Constituinte, que constituiu uma vibrante demonstração da sua vontade em prosseguir e aprofundar o rumo de progresso, justiça social e soberania protagonizado nos últimos 18 anos.

    Esta que foi a mais expressiva votação de sempre a favor da Revolução Bolivariana, com mais de oito milhões de votos, tem um significado ainda maior no quadro concreto em que as eleições foram realizadas, marcado pela violência perpetrada por grupos de extrema-direita ligados à oligarquia e aos EUA (que procuraram impedir a votação), pela não menos violenta campanha mediática, que continua, e pelas poderosas pressões externas, protagonizadas sobretudo pelos EUA, mas também por países da região, como a Colômbia, o Brasil, a Argentina, e pela União Europeia.

  • Seixal acolhe reunião do Movimento dos Municípios pela Paz e sessão de solidariedade com a Palestina

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    No passado dia 11 de Junho realizou-se nas instalações da Câmara Municipal do Seixal uma reunião do Movimento dos Municípios pela Paz, em que participaram quatro dirigentes do CPPC e representantes de 18 municípios. Foi um momento de troca de opiniões sobre as atividades que se estão a desenvolver nas áreas da educação e cultura da paz e da solidariedade.
    Na segunda parte, incluiu-se uma iniciativa de solidariedade com a Palestina em que também participou o embaixador da Palestina e onde foi dada a informação sobre a recente visita de autarcas à Palestina.

  • Semana Mundial de Solidariedade com a Revolução Bolivariana

     

    No quadro dos recentes acontecimentos na Venezuela e da Semana Mundial de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a assinalar de 1 a 8 de Março, o CPPC, a CGTP e a AAPC colocaram à subscrição das organizações portuguesas o seguinte texto:

    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

  • Seminário "Palestina: História, Identidade e Resistência de um país ocupado"

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    Os Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal acolhem, no dia 30 de Novembro, o seminário «Palestina: História, Identidade e Resistência de um país ocupado», promovido em parceria pelo município, o CPPC e o MPPM. Eis o programa detalhado da iniciativa:

    9.30 horas – Sessão de Abertura

    Joaquim Santos, presidente da Câmara
    Municipal do Seixal
    Nabil Abuznaid, embaixador da Palestina
    Ilda Figueiredo, presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Maria do Céu Guerra, presidente do MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • Seminário Internacional