Outras Notícias

solidariedade

  • nakba 71 anos de opressao israelita sobre o povo palestino 1 20190518 1703257841

    Quando se assinalam os 71 anos da Nakba, termo árabe para a expulsão da população palestina que ocorreu aquando da criação do Estado de Israel, a 15 de Maio de 1948, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a resistência do povo palestino, contra a ocupação e a opressão israelitas, e reafirma a sua solidariedade com a sua justa luta pelo respeito e cumprimento dos seus direitos nacionais.

    Assinalar esta data reveste-se de particular importância, quando vivemos um dos momentos mais graves em torno da questão nacional palestina.



  • 15 de Maio de 1948, data fatídica, para o Povo Palestino e para a Humanidade, quando foi decidida a constituição do Estado de Israel nos territórios da Palestina. A expulsão de centenas de milhares de cidadãos das suas casas, cidades e aldeias, muitas delas destruídas pelas milícias sionistas, fica na História como um dos actos mais bárbaros e violentos cometidos sobre um povo pacífico, que apenas pretendia viver em paz, nas terras que eram suas e tinham sido dos seus antepassados, desde há milhares de anos.

  • nao a agressao a venezuela salvaguardar a paz e a soberania 1 20200507 1552628994

    Uma tentativa de agressão terrorista contra a Venezuela, por um grupo de mercenários, a partir da Colômbia, foi frustrada no dia 3 de maio por organizações populares e forças militares venezuelanas. Dos confrontos resultaram oito vítimas mortais e vários prisioneiros.

    Esta situação grave enquadra-se nas ameaças que há muito vêm sendo feitas pelos EUA, a Colômbia e os sectores da oposição venezuelana ao serviço dos interesses dos EUA, de que também faz arte o ameaçador reforço da presença militar norte-americana junto à costa venezuelana, com o tão falso quanto provocatório argumento da luta contra o narcotráfico.

    Apesar da derrota de mais esta tentativa, impõe-se, aos que defendem a paz, a soberania e o direito internacional, permanecerem alerta contra todos quantos tentam promover a violência e cumprir os planos do imperialismo de dominar a Venezuela e a região.

  • nao a agressao a venezuela salvaguardar a paz e a soberania 1 20200526 1122076530

    No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear ações de carácter terrorista.

    A tentativa de agressão foi gorada pela ação das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos atualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).

    Esta nova tentativa de agressão enquadra-se nas ameaças de intervenção militar que há muito vêm sendo feitas contra a Venezuela pelos EUA, com o apoio da Colômbia e de sectores golpistas da oposição venezuelana; e seguem-se ao recente reforço da presença militar norte-americana junto a águas territoriais venezuelanas, sob o pretexto da denominada ‘luta contra o narcotráfico’, como antes foram usados outros pretextos pelos EUA para as suas guerras de agressão, igualmente falsos e provocatórios.

  • nao a anexacao fim aos crimes de israel 1 20200708 1905774161
     
    A Praça do Martim Moniz, em Lisboa, acolheu no dia 6 de Julho uma acção de solidariedade com o povo da Palestina, confrontado com a intenção do Estado de Israel de anexar 30% do território da Cisjordânia. Promovida pelo CPPC, o MPPM e a CGTP-IN, a acção contou com a presença de mais de uma centena de pessoas, que cumpriram escrupulosamente as medidas de segurança sanitária impostas pelo surto de COVID-19, nomeadamente o distanciamento físico e o uso de máscaras. A solidariedade, essa, não ficou confinada.
    Os participantes, entre os quais se encontravam membros da comunidade palestina residente em Lisboa, empunharam bandeiras das organizações promotoras e pancartas, onde se lia «Não à anexação! Fim aos crimes de Israel! Solidariedade com a Palestina». Algumas tinham os nomes e idades de jovens assassinados recentemente pela repressão das forças israelitas ocupantes: Zaid Qaisiya, de 17 anos; Mohammad Hamayel, de 15; Lyad Al-Halak, de 32.
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    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • As contínuas e prolongadas ingerências e guerras de agressão levadas a cabo pelos EUA, a NATO e seus aliados, no Médio Oriente, em África, na Ásia Central e na Europa, provocaram uma crise humanitária sem precedentes, que também se expressa em dezenas de milhões de deslocados e refugiados, centenas de milhares dos quais procuram refugio em países da União Europeia.

    A actuação da União Europeia e de Estados que a integram relativamente aos refugiados atenta gravemente contra os direitos humanos e representa um inaceitável retrocesso: com a construção de autênticos “muros” nas fronteiras; com o confisco de bens aos refugiados; com a criação de campos sem as mínimas condições de acolhimento; com a recusa da prestação dos mais elementares cuidados, sem respeito pela dignidade de centenas de milhares de crianças, mulheres e homens, muitos dos quais vitimas de redes criminosas.

  • nao a intervencao contra a venezuela nao ao tiar 1 20190921 1711139318

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) junta-se à ampla expressão de repúdio pela activação do chamado “Tratado Inter-americano de Assistência Recíproca” (“TIAR”) que se inscreve na espiral de desestabilização, bloqueio económico e financeiro e agressão contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano

    A decisão da ativação do denominado “TIAR” foi adotada, no passado dia 11 de Setembro, pela Administração dos EUA com o apoio de governos de países da América Latina que se subordinam aos seus interesses.

  • revolucao bolivariana nao esta so 1 20190430 1254971819

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia mais uma tentativa de golpe de Estado na República Bolivariana da Venezuela perpetrada pela extrema-direita golpista, em coordenação e às ordens dos Estados Unidos da América, contra a soberania, a democracia e a paz na Venezuela.

    Este é mais um negro episódio de um longo processo de desestabilização e violento bloqueio que, através da imposição da degradação das condições de vida dos venezuelanos, visa derrubar as legítimas instituições deste país e a reversão das conquistas alcançadas nas últimas duas décadas pelas forças bolivarianas, que puseram fim a décadas de domínio e saque das riquezas do povo venezuelano – como o petróleo – por parte dos EUA.

    O CPPC, solidário com o processo soberano, democrático e emancipador iniciado com a vitória de Hugo Chávez nas eleições presidenciais de 1998 – e sufragado pelo povo venezuelano mais de duas dezenas de vezes ao longo dos últimos vinte anos –, expressa ao povo venezuelano, ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI), e demais organizações e movimentos patrióticos, democráticos e progressistas venezuelanos a sua solidariedade e a confiança de que, uma vez mais, vencerão a ingerência e o golpismo, e continuarão o seu caminho na defesa de um futuro melhor, mais justo e de paz.

    Direção Nacional do CPPC

    #TiremAsMaosDaVenezuela #VenezuelaNoEstaSola #HandsOffVenezuela #ARevoluçãoBolivarianaNaoEstaSo #LaRevolucionBolivarianaNoEstaSola #TheBolivarianRevolutionIsNotAlone

  • nao ao bloqueio respeito pela soberania da venezuela 1 20190829 1253902595

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia o agravamento do ilegal bloqueio dos EUA contra o povo da Venezuela e a sua Revolução Bolivariana, anunciado pela Administração de EUA/Donald Trump.

    O CPPC defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, com pressão, chantagem, bloqueio e interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

  • La Carlota (base militar)

    Grupos da "oposição" Venezuelana já por várias vezes atacaram com extrema violência a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda “La Carlota” em Caracas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Armazém de alimentos

    27 de Junho de 2017 - Anzoátegui

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos da "oposição" incendeiam armazéns de alimentos e cadeias de distribuição, na imagem armazém no Estado de Anzoátegui, onde foram destruídas 50 toneladas de alimentos. O armazém servia 278 escolas, 31 centros de diagnóstico médico, 3 prisões, 1 lar de terceira idade entre outras instituições.

  • Numa clara acção de sabotagem e desestabilização grupos da “oposição” atacam e destroem transportes e outros serviços públicos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Comércio

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos terroristas da “oposição” atacam e destroem mercados e estabelecimentos comerciais.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Armas

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Bombas incendiárias

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Conhecidas figuras da denominada oposição instigam, provocam e são responsáveis pela acção dos grupos terroristas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • nao as ingerencias e ameacas contra a venezuela 1 20190116 1310220283

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia frontalmente as ingerências e ameaças que estão a ser desencadeadas contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano a propósito da tomada de posse do Presidente Nicolás Maduro, hoje realizada.

    Às severas sanções e bloqueio económico, financeiro e comercial dos EUA, somam-se agora as inaceitáveis declarações e medidas de países do denominado 'Grupo de Lima', acompanhadas pela União Europeia, que afirmam não reconhecer a legitimidade do resultado eleitoral de 20 Maio de 2018, que deu um amplo apoio à reeleição do Presidente Maduro, face a uma parte da oposição totalmente submetida já não só aos interesses como às ordens vindas dos Estados Unidos da América.