Outras Notícias

solidariedade

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou hoje, dia 5 de Julho, data da comemoração dos 206 anos da indepedência da Venezuela, uma iniciativa de solidariedade com o povo da Venezuela.

    A iniciativa contou com forte e empenhada presença de cidadãos e organizações solidários, e com a participação da presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo e do Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, General em Chefe Lúcas Ríncon Romero, assim como da Sra. Embaixadora de Cuba, Johana Tablada.

    Nas intervenções foi expressa a solidariedade do CPPC e de todos os presentes com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano e denunciada a acção de ingerência e desestabilização de que faz parte uma intensa guerra mediática de desinformação, contra a Venezuela e que procura paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição Venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

  •  solidariedade com o saara ocidental uma biblioteca no deserto 1 20190802 1210829063

    No passado dia 10, na sede da Fundação Saramago, em Lisboa, realizou-se a iniciativa de lançamento público da campanha Uma Biblioteca no Deserto. Esta iniciativa, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, pela CGTP-IN e pela Fundação Saramago, incluiu a inauguração da exposição fotográfica “Cinco olhares sobre o Saara Ocidental” - com fotografias de Helena Costa, José Frade, Reinaldo Rodrigues, Inês Seixas e José Baguinho -, um debate com a presença dos dois ativistas da UJSARIO de visita ao nosso país e de Filipe Ferreira da Direcção Nacional do CPPC, tendo terminado com um momento de música saarauí e convívio junto à oliveira que acolhe as cinzas de José Saramago.

    A Campanha Uma Biblioteca no Deserto, consistirá na recolha de livros em castelhano para a criação de uma biblioteca nos acampamentos de refugiados saarauís na região de Tindouf, na Argélia. Esta campana será, acima de tudo, uma chamada de atenção para a necessidade da resolução da questão saarauí, com o fim da ocupação marroquina e o respeito do direito do povo saarauí à independência e autodeterminação.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação promoveu, no passada sexta-feira dia 3, uma sessão de solidariedade com o povo Venezuela e restante América Latina.

    A sesão foi um momento para aprofundar o conhecimento sobre a situação que se vive naquela região no marco do 4º aniversário do falecimento de Hugo Chávez a quem foi prestada homenagem com um momento de poesia dita por Rui Lobo e Manuel Diogo.

    A mesa presidida por Baptista Alves Vice-presidente da Direcção Nacional do CPPC contou com a presença do Ex.mo Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, João Barreiros do Departamento Internacional da CGTP-IN e Augusto Fidalgo da Associação de Amizade Portugal-Cuba, na sessão estiveram ainda presentes as Embaixadas de Cuba e da República Dominicana.

  • O CPPC esteve presente, no passado sábado, numa recepção na Embaixada de Cuba em Portugal a propósito da visita, ao nosso, país do vice-ministro dos negócios estrangeiros de Cuba, Marcelino Medina, que agradeceu a solidariedade das organizações portuguesas e reafirmou a necessidade da mesma continuar e ser cada vez mais activa para com o povo cubano e a sua revolução.

  • e preciso defender o dialogo soberano e a paz na nicaragua contra a ingerencia estrangeira 1 20180808 2086483367

    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz.

    "É preciso defender o diálogo soberano e a paz na Nicarágua contra a ingerência estrangeira

    A escalada da crise na Nicarágua tem atraído redobrada atenção das forças populares e da paz na América Latina e Caribe e em todo o mundo. Já se evidenciam os contornos da ingerência externa, em particular, estadunidense, na disputa política doméstica que, de reivindicações legítimas no plano econômico, escalou para a violência que hoje se verifica nas ruas, apesar dos apelos do governo do presidente Daniel Ortega pelo diálogo e dos compromissos que fez.

  • Em Lisboa, mais de uma centena de pessoas participaram ontem, dia 19 de Setembro, no acto público "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!".
     
    O desfile iniciou-se junto aos Armazéns do Chiado e terminou no Largo Camões onde foi aprovada por unanimidade a seguinte moção:
     
    "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!
     
    Assistimos a um prolongado conflito na Síria, que tendo aparentemente surgido a partir de manifestações de insatisfação social, rapidamente foi apropriado por organizações subversivas armadas
  • "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!” no Porto
     
    Realizou-se ontem, 20 de Setembro, na Baixa do Porto, uma acção de solidariedade com o povo sírio, pelo fim da agressão contra a Síria e contra as acções de desestabilização do país, promovidas por potências estrangeiras. Nesta acção de contacto e esclarecimento da população sobre a situação na Síria estiveram presentes representantes de várias organizações subscritoras da moção "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!”, culminando nas intervenções de Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do CPPC, e Elisabete Silva, Coordenadora Nacional da Juventude Operária Católica.
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    A presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes,que regressou recentemente da Venezuela, onde participou numa missão de solidariedade organizada pela Federação Mundial da Juventude Democrática com o apoio do CMP, endereçou ao Presidente Nicolás Maduro a carta que reproduzimos abaixo:

    "Ao Exmº Sr.

    Nicolás Maduro

    Presidente da República Bolivariana da Venezuela

    Plena solidariedade à Venezuela e seu povo!

    Diante da escalada de eventos agravados pela ingerência do imperialismo estadunidense, manifestamos mais uma vez veementemente, em nome do Conselho Mundial da Paz, o repúdio às agressões contra a República Bolivariana da Venezuela, aos intentos golpistas por parte do imperialismo estadunidense em aliança com a oligarquia e a extrema-direita venezuelana.

  • tentativa de assassinar o presidente venezuelano e escalada da direita e do imperialismo 1 20180808 1394519840

    Divulgamos nota de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz sobre a tentativa de assassinar o Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro.

    "Tentativa de assassinar o presidente venezuelano é escalada da direita e do imperialismo

    No último sábado (4), a direita venezuelana, mancomunada com seus patrões imperialistas, passou a uma nova fase em sua escalada terrorista para derrocar a Revolução Bolivariana. Sicários a mando de forças obscurantistas, recorrendo a tecnologias modernas, tentaram tirar a vida do presidente legítimo da Venezuela, Nicolás Maduro.
    Por Socorro Gomes*

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação promove na próxima quarta-feira, 14 de Março, às 18h30, na Casa do Alentejo, em Lisboa, o debate «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». São oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira.

    A premência desta iniciativa prende-se com a intensificação das ameaças à Síria e com a violenta campanha mediática promovida em torno da situação em Ghouta. Numa recente tomada de posição pública, o CPPC denunciava o «conjunto de falsidades fomentadas por responsáveis da Administração norte-americana e de outros governos, amplamente propaladas em órgãos de comunicação social, sobre a situação na Síria, tentando fazer passar as vítimas por “algozes” e os algozes por “vítimas”, os agredidos por “agressores” e os agressores por “agredidos”».

    Responsabilizando os EUA e seus aliados pelo desencadear do conflito, ao terem criado e apoiado «as diversas ramificações da Al-Qaeda e o auto-denominado Estado Islâmico», na tentativa de derrubar o governo sírio, o CPPC reclama o fim da agressão externa à Síria e a retirada das forças militares estrangeiras que ocupam ilegalmente o país. O fim da ingerência e o respeito pela soberania da Síria são objectivos centrais para estabelecer a paz.

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    O CPPC participará e apela à participação de todos, em Coimbra, Lisboa e Porto, nas manifestações comemorativas do 1º Maio, convocadas pela CGTP-IN. Para os amigos que queiram participar com o CPPC, os pontos de encontro serão:

    Coimbra
    Praça da República junto do nº 28, às 14h30.

    Lisboa
    Martim Moniz junto ao Centro Comercial da Mouraria, às 14h30.

    Porto
    Avenida da Liberdade, em frente ao Café Guarany, pelas 15h00.
     
    SAUDAÇÃO AO 1º DE MAIO

    No ano em que decorre o 40º Aniversário da Revolução do 25 de Abril e da reconquista do direito a comemorar, em liberdade, o 1º de Maio - DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR – o Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC – saúda os trabalhadores portugueses e associa-se às manifestações, convocadas pela CGTP-IN, para fazerem desta jornada de luta um ponto alto na crescente manifestação popular de repúdio pelas severas, injustas e insuportáveis políticas de austeridade que têm vindo a aprofundar o aumento da exploração e empobrecimento dos trabalhadores, dos reformados e das classes e camadas sociais de mais baixos rendimentos.

    Se tais medidas, impostas pela tróica e levadas a cabo pelo governo, tinham como pretexto reduzir o défice orçamental e a dívida publica, três anos passados o balanço é profundamente negativo. A dívida pública passou de 94 % do Produto Interno Bruto, em 2010, para 130 % no final de 2013, o défice continua na ordem dos 4 %, o número real do desemprego ronda um milhão e meio de trabalhadores, dos quais quase 50% são jovens. Esta situação agrava a pobreza, fome, miséria e a exclusão social. Mais de 2,5 milhões de portugueses são obrigados a viver com rendimentos inferiores ao limiar da pobreza.
    Muitos jovens, mesmo aqueles que têm habilitações profissionais e académicas elevadas, são forçados a aceitar trabalhos menos qualificados e mal remunerados ou a emigrarem. Cerca de 30 % da população viu reduzido o seu poder de compra e ser-lhe retirada parte substancial do valor dos salários e pensões, assim como o aumento do tempo de trabalho e formas de trabalho precário.

    Mas os principais grupos económicos, sobretudo dos sectores não produtivos, vêm os seus lucros aumentar de forma imoral. Portugal é já um dos países da União Europeia com um dos mais injustos parâmetros de redistribuição do Rendimento Nacional.

    Estas políticas e as amarras impostas pela União Europeia, tais como o “tratado orçamental”, aumentam a dependência do nosso país em relação ao estrangeiro e põem em causa a soberania nacional.

    No âmbito da política externa, as políticas prosseguidas pelo actual governo têm vindo a acentuar a subserviência dos interesses dos Portugueses aos interesses económicos e militares das grandes potências da União Europeia e da NATO, o que contribui para agravar a penosa situação social e económica vivida no país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação defende um Portugal de Paz e de progresso económico e social só possível com o fim das medidas de austeridade e com novas políticas que garantam a independência económica e política face ao exterior, que assegurem o bem-estar de todos os cidadãos, que permitam que todos os portugueses possam usufruir de uma vida digna no presente e assegurem o futuro das gerações futuras.

    O CPPC saúda, pois, a CGTP-IN, os trabalhadores e outras camadas da população pela luta que têm vindo a travar contra estas políticas e por mais justas condições de vida para o povo português.

    Defendemos e lutamos por um Portugal de Paz, Bem-estar e Progresso Social, na senda dos caminhos abertos com a Revolução libertadora do 25 de Abril de 1974.

    Neste Dia Internacional dos Trabalhadores, saudamos os trabalhadores e povos de todo o mundo que, com determinação, coragem e combatividade lutam por um mundo mais justo, mais fraterno, mais solidário. Por um mundo de Paz.

    Viva o Primeiro de Maio.

    Viva a Paz.
  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboa, da manifestação convocada pela CGTP-IN para comemorar o Dia do Trabalhador, sob o lema "Abril e Maio de novo com a força do povo". Durante o percurso os activistas do CPPC distribuíram centenas de exemplares do mais recente Notícias da Paz.
    O CPPC marcou ainda presença com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques.

  • O núcleo do Porto do Conselho Português para a Paz e Cooperação participou no desfile do 1º de Maio no Porto e os seus activistas da paz distribuíram centenas de documentos.

  • Mais de 1600 assinaturas recolhidas!

    Assine e divulgue!

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

     

     

  • Assinala-se hoje, 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano, designado pela ONU.

    Esta data assinala a aprovação, há exactamente 70 anos, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um judeu, sendo que o primeiro seria constituído em 44 por cento do território e o segundo em 55 por cento; Jerusalém e Belém permaneceriam zonas internacionais.

    Sete décadas depois, só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio das potências ocidentais. Quanto ao povo palestiniano, resiste para permanecer na sua terra sob a mais violenta opressão. A ilegal ocupação de territórios da Palestina por parte de Israel é responsável por incontáveis crimes e pela tentativa de, por todos os meios, apagar o sentimento nacional palestiniano.

  • Por Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal

    Imagens terríveis chegam de Gaza todos os dias desde que Israel começou o genocídio de palestinianos na Faixa de Gaza. Partes de corpos humanos, cabeças divididas a meio, mãe morta com filho bebé abraçados e famílias inteiras enterradas sob os telhados depois de terem sido bombardeadas pelos aviões militares israelitas, navios de guerra e tanques.

    Esta desproporcionalidade da força israelita é, só por si, um crime de guerra, de acordo com a lei da guerra. Se estes crimes tivessem sido perpetrados por qualquer outra força que não a da ocupação israelita, não há dúvida de que a reação da comunidade internacional teria sido obviamente diferente.

    Neste contexto, emergem duas questões legítimas. A primeira n: poderá alguém, com algum senso de humanidade, justificar este genocídio em Gaza às mãos do ocupante contra o ocupado? A segunda é: Não será este assassinato constante dos palestinianos inocentes – enfrentado por um silêncio vergonhoso da comunidade internacional em favor de Israel – o que terá alimentado a criação do radicalismo islâmico?

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  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou no lançamento, em Lisboa, da campanha de recolha assinaturas pela retirada da nota presidencial de Barack Obama, que reforçou as sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, considerando que esta representa uma "ameaça inusual e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos". Uma nota que consiste em mais um grave passo na continuada campanha de pressão e ingerência que os EUA têm dirigido contra o povo venezuelano.
    Nesta iniciativa participaram dezenas de portugueses e também de venezuelanos que se encontram no nosso país.
    Lembramos que pode apoiar esta iniciativa em www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

  • Realizou-se, no passado dia 27 de Novembro, no auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal, o colóquio “Venezuela no contexto mundial” visando divulgar as importantes conquistas do povo venezuelano durante os 16 anos da Revolução Bolivariana, quando se aproximam as eleições legislativas de 6 de Dezembro e há uma forte campanha mediática de desinformação sobre a situação na República Bolivariana da Venezuela.