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Irão

  • ameacas dos eua contra o irao sao uma seria ameaca a paz 1 20190518 1766449948

    O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou, em Maio do ano passado a decisão do seu país de se retirar do Acordo sobre a Produção de Energia Nuclear pela República Islâmica do Irão, assinado em Julho de 2015, entre os EUA, a Alemanha, a China, a França, a Rússia e o Irão. A execução desse acordo tem sido monitorizada pela Agência Internacional da Energia Atómica, organização da ONU, a qual é unânime a atestar que o Irão tem cumprido escrupulosamente a sua parte.

    A par daquela decisão os Estados Unidos decidiram restaurar as sanções ao Irão, abrangendo a exportação de petróleo e de minerais – tais como ferro, aço, alumínio e cobre –, fazendo-as acompanhar de sanções contra empresas ou países que não cumpram os ditames da administração norte-americana, estando a aplicá-las a todos os países desde o inicio deste mês.

  • CINEMA E PAZ
    Ciclo de Cinema e Debates sobre a Paz na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

    3 Abril | 18h | Sala 2.13

    No próximo dia 3 de Abril terá lugar a 3ª sessão do Ciclo "Cinema e Paz", nesta sessão poder-se-á ver e debater o filme "Persépolis".

    PARTICIPA!

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena veementemente os atentados perpetrados no dia 7 de Junho na capital iraniana, Teerão, que vitimou perto de 20 pessoas e feriu muitas outras. Quase em simultâneo, ocorreram dois ataques, um no interior do parlamento e outro junto do mausoléu do imã Ruhollah Khomeini. Ambos foram reivindicados pelo auto-proclamado Estado Islâmico.

  • pela paz nao a guerra dos eua contra o irao 1 20190802 1555150882

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua profunda preocupação com a crescente tensão militar no Golfo Pérsico promovida pelos Estados Unidos da América (EUA) que trouxeram de volta a ameaça de se lançarem numa nova guerra de agressão, desta feita contra o Irão, após o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado, em Maio do ano passado, a decisão de retirar o seu país do Acordo sobre a Produção de Energia Nuclear pela República Islâmica do Irão, assinado em Julho de 2015, entre EUA, Alemanha, China, França, Rússia e Irão. Acordo cuja execução foi monitorizada pela Agência Internacional da Energia Atómica, organização da ONU, a qual foi unânime a atestar que o Irão cumpriu escrupulosamente a sua parte.

    Após aquela decisão os Estados Unidos decidiram restaurar sanções políticas e económicas com carácter extra-territorial – abrangendo a exportação de petróleo e de minerais tais como ferro, aço, alumínio e cobre – à margem e em confronto com o direito internacional, deixando evidentes as suas intenções belicistas. A par disso, a 11 de Maio, a pretexto de uma hipotética ameaça do Irão aos seus interesses e dos seus aliados na região, os EUA decidiram reforçar a presença militar no Golfo Pérsico, com o envio de uma força composta pelo navio USS Arlington levando a bordo fuzileiros, veículos anfíbios, e mísseis Patriot, que se juntaram aos militares e armamento do porta-aviões nuclear USS Abraham Lincoln.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena a decisão da Administração dos EUA de abandonar o acordo nuclear estabelecido com o Irão e mais cinco países em 2015. Uma decisão que se caracteriza pelo arbítrio, perfídia e desprezo pela legalidade internacional e as Nações Unidas, que mina a indispensável confiança nas relações internacionais e que constitui uma agressão à Carta da ONU e ao direito internacional e uma séria ameaça à paz.