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armas nucleares

  • desarmamento nuclear debatido em matosinhos 1 20190626 1023510043

    No passado dia 14 de Junho, no salão nobre da Junta de Freguesia da Senhora da Hora, em Matosinhos, abriu a exposição do CPPC sobre desarmamento nuclear, a que se seguiu um momento de poesia e uma palestra com Olga Mendes e a presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo, onde se falou da corrida aos armamentos, dos perigos que se correm, do armamento nuclear e do Tratado de Proibição de Armas Nucleares que é preciso que Portugal assine e ratifique.
    A exposição irá continuar em Matosinhos, circulando por vários locais, visando a sensibilização para a campanha pela assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

  • Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    A Paz, mais do que a simples ausência de guerra ― trágico flagelo que ao longo dos séculos tem afligido a humanidade ― é, nos dias de hoje, condição de sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra. A ameaça representada pela presença de armamentos nucleares nos arsenais de alguns países, pesa sobre cada um de nós, sobre os povos, sobre todos os seres vivos no planeta. Nunca uma tal ameaça existira até ao advento da possibilidade da utilização militar da energia nuclear. Até hoje, num único momento histórico, foi a arma nuclear utilizada contra populações, matando de forma indiscriminada seres humanos, sobretudo civis, fora, aliás, do que se chama “teatro de guerra”, e destruindo, em vastas extensões de terreno, todas as infra-estruturas que suportam a vida em sociedade. Foi nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945. Aí tiveram morte imediata mais de 200 mil pessoas. Diversos observadores consideram que o lançamento sobre Hiroshima e Nagasaki das duas bombas, de tipo diferente e de fraca potência, face às que mais tarde foram desenvolvidas e fazem hoje parte dos arsenais das potências nucleares militares, constituiu uma experiência destinada a permitir uma avaliação qualitativa e quantitativa dos efeitos de um rebentamento atómico a baixa altitude. Isto é: um ensaio real.

  • dia internacional para a eliminacao total das armas nucleares 26 de setembro 1 20190928 1275875900

    Desde 2013 que o dia 26 de Setembro é, por decisão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

    Reputados cientistas alertam que a explosão de apenas um por cento das armas nucleares operacionais hoje existentes no mundo equivaleria a cerca de 4000 vezes a energia libertada pela bomba atómica lançada pelos EUA sobre Hiroxima, em 1945.

    Uma explosão nuclear provoca a destruição massiva quer de seres vivos quer de estruturas inertes. Pela conjugação de diferentes efeitos, pode conduzir a morte imediata mas também a sequelas desfasadas no tempo, que afetam a saúde, quer em resultado da exposição direta às radiações quer pelos efeitos da contaminação do meio ambiente resultante da disseminação de poeiras radioativas.

  • No momento em que se assinalam, a 6 e 9 de Agosto, 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, efectuados pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) presta homenagem às vítimas das armas nucleares. O CPPC recorda a data com a distribuição de um folheto, em várias cidades, amanhã, 6 de Agosto, exigindo que nunca mais se repita o holocausto nuclear, a abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado, o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos Estados e igualdade de direitos dos povos.

    No Porto a distribuição acontecerá a partir das 18h30 na Praça da Liberdade (início junto à estátua do ardina) e em Lisboa com início pelas 13h30 no Chiado (cruzamento Rua Garret e Rua Nova da Trindade).

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    No dia em que se assinalam 72 anos do bombardeamento nuclear dos EUA contra Nagasáqui, a 9 de Agosto de 1945, divulgamos a declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H, que decorreu na cidade de Hiroxima no Japão.

    Declaração

    No dia 7 de Julho deste ano, 72 anos após os bombardeamentos atómicos pelos EUA de Hiroshima e Nagasaki, foi finalmente aprovado um tratado para proibir as armas nucleares. Tendo trabalhado com os Hibakusha [os sobreviventes dos bombardeamentos] desde a Primeira Conferência Internacional contra as Bombas A e H em 1955 apelando para a prevenção da guerra nuclear, a eliminação das armas nucleares e a ajuda e solidariedade com os Hibakusha, saudamos calorosamente a aprovação do tratado como um acontecimento histórico e comprometemo-nos a avançar com determinação renovada para alcançar um "Mundo Livre de Armas Nucleares, Pacífico e Justo".

  • Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz).
    (foto: monumento no Parque da Paz em Hiroxima)

    REFORÇAR A LUTA DOS POVOS CONTRA AS ARMAS NUCLEARES

    Ignorando décadas de luta dos povos contra os armamentos de destruição em massa, as potências imperialistas aglutinadas na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e seu líder maior, os EUA, não hesitam em colocar as armas nucleares no centro da sua política. Atualmente há quase 15 mil ogivas nucleares espalhadas pelo mundo e a modesta redução deste arsenal não significa a redução do perigo; a nossa mobilização permanece urgente.

  • europa diz sim a paz nao a nato 1 20191130 1891936534

    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, de que o CPPC é coordenador, divulgaram um apelo em defesa da paz e contra a NATO e a sua cimeira de Londres.

    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à cimeira belicista de Londres

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuará a assinalar os seus 70 anos com uma cimeira de Chefes de Estado e Governo em Londres, de 3 a 4 de dezembro de 2019.

    Durante 70 anos, a NATO tem sido a ferramenta militar agressiva número um do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar do mundo. Apesar das rivalidades entre seus membros individuais e das contradições que surgem de tempos em tempos, ela permanece intrínseca e profundamente interligada com as políticas dos EUA e da UE, seu chamado "pilar europeu".

  • evora pela paz e o desarmamento nuclear 2 20200211 1633770885

    Foi muito participada a iniciativa no Teatro Garcia Resende que o CPPC e a Câmara Municipal de Évora realizaram, no passado dia 7 de fevereiro, sobre a Paz e o Desarmamento Nuclear com a participação do Presidente da CM de Évora, Carlos Pinto de Sá, o investigador e membro da Presidência do CPPC, Frederico de Carvalho e a Presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Na sessão, o investigador Frederico Carvalho, através de uma intervenção muito documentada, demonstrou os perigos para a paz e a própria sobrevivência da humanidade da corrida aos armamentos, designadamente do armamento nuclear.

  • exposicao pela paz pela seguranca pela defesa da humanidade 1 20181125 1789664154

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio do Centro QUALIFICA e da "Desenhando Sonhos", tem patente, na Escola Luís de Freitas Branco, em Paço de Arcos (Oeiras), até o dia 30 de Novembro, a exposição "PELA PAZ, PELA SEGURANÇA, PELA DEFESA DA HUMANIDADE",

    No dia 29 de Novembro, pelas 19h30 realizar-se-á uma sessão/debate sobre as armas nucleares no Auditório.

  • exposicao defender a paz contra as armas nucleares evora 1 20190921 1438084700

  • pela paz e pelo desarmamento nuclear 2 20191027 1089454647

    Está aberta ao público na sede da Junta de Freguesia em S. Mamede de Infesta a exposição do CPPC sobre a Paz e o desarmamento nuclear.

    A exposição foi inaugurada no passado dia 18 de Outubro com uma palestra em que participou Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do CPPC, e Pedro Brandão, membro da Junta da União de Freguesias de S. Mamede de Infesta e Senhora da Hora.

    Na palestra deu-se particular atenção à necessidade de assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de proibição de armas nucleares, aprovado por 122 países numa conferência realizada no âmbito da ONU, em 17 de Julho de 2017.

  • exposicao de artes plasticas pela paz contra as armas nucleares aljezur 1 20200211 1029648088

    Continuando o trabalho promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) na região do Algarve, nomeadamente nas áreas da educação e cultura para a paz, irá estar patente, de 21 de Fevereiro a 14 de Março, na Galeria Espaço+, do Município de Aljezur, uma exposição de artes plásticas, sob o lema "PELA PAZ, CONTRA AS ARMAS NUCLEARES", numa parceria do CPPC, com a Peace and Art Society e o Município de Aljezur.

    75 anos depois do holocausto de Hiroxima e Nagasaki, em 1945, quando, os Estados Unidos da América lançaram duas bombas atómicas sobre as populações dessas duas cidades japonesas, causando centenas de milhares de mortos e efeitos que até hoje perduram, houve grande desenvolvimento do armamento nuclear e apenas um por cento das ogivas nucleares actuais chegaria para destruir a civilização humana.

    O desarmamento nuclear global é uma questão central na defesa da paz, para a sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra como hoje a conhecemos.

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    Divulgamos a intervenção de Frederico Carvalho na sessão pública «Pelo Fim das Armas Nucleares», promovida pelo CPPC no âmbito da campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, lançada pelo CPPC, na qual se integra igualmente a petição que pode ser assinada na Internet (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares).

    A intervenção:

    GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

  • Nos dias 6 e 9 de Agosto assinalam-se 69 anos do lançamento, pelos Estados Unidos da América, de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

    Injustificado do ponto de vista militar, uma vez que o Japão já tinha encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Grande Guerra, este acto foi entendido como uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, então potência mundial emergente, que não se absteve de cometer este violento e cruel massacre de populações civis, que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.

  • O Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE-NGL) realizou, a 10 de Janeiro, no Parlamento Europeu, um importante debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares.

    Leia aqui a intervenção de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:

  • Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    Os registos oficiais conhecidos indicam que entre os anos de 1945 e 1996 tiveram lugar dois mil e quarenta e nove (2049) ensaios nucleares. Destes, 1032 foram levados a cabo pelos Estados Unidos da América e 715 pela União Soviética. O último ensaio nuclear soviético ocorreu em 1990. Depois disso os EUA procederam a mais 13 rebentamentos nucleares de ensaio. Costuma indicar-se a data de 16 de Julho de 1945 como o início da “era nuclear”: nesse dia os americanos fizeram rebentar uma bomba experimental de 20 quilotoneladas em Alamogordo, no Novo México. Menos de um mês depois, a 6 de Agosto de 1945, teve lugar o lançamento das bombas nucleares que atingiram Hiroshima e Nagasaki.

  • As Nações Unidas adotaram no passado dia 27 de outubro a resolução L.41 para iniciar em março de 2017 o processo de negociação de um “instrumento juridicamente vinculativo para proibir as armas nucleares, conduzindo à sua total eliminação”.
    A resolução foi aprovada com 123 votos a favor, 38 contra e 16 abstenções. Além dos nove estados que possuem armas nucleares, votaram contra 29 países europeus – entre os quais Portugal –, incluindo os que cederam os seus territórios para alojamento de armas nucleares no âmbito da NATO. Pelo contrário, os estados de África, América Latina, Caraíbas, Sudeste Asiático e Pacífico votaram esmagadoramente a favor da resolução.

    Portugal e outros justificaram a sua posição com o argumento de que seria prematuro iniciar agora um processo de proibição de armas nucleares sem o apoio de potências nucleares e de outros países com interesses de segurança específicos. O voto contra de estados europeus é tanto mais estranho quanto, horas antes da votação na ONU, o Parlamento Europeu tinha aprovado a sua própria resolução apoiando aquela iniciativa e convidando os estados membros a nela participarem ativamente!

    Entretanto, em nota de 26 de outubro, a agência noticiosa japonesa Kyodo, informa que os Estados Unidos pressionaram os estados membros da NATO a votar contra a resolução L.41 e a não participarem nas negociações dela decorrentes caso as mesmas vão para a frente.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • A eliminação total das armas nucleares e de destruição massiva é uma das exigências mais importantes e urgentes para garantir a paz. Até ao momento, só em duas ocasiões tal tipo de armamento foi utilizado, pelos EUA, num dos mais brutais crimes contra a humanidade alguma vez perpetrados: nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas e a morte lenta a muitas outras.

    Com um nível de destruição incomparavelmente superior às bombas de 1945, os actuais arsenais nucleares são um inquietante motivo de preocupação para a humanidade, pois a sua utilização seria o fim da civilização, pelo menos como a conhecemos. Especialmente grave é a recente instalação na Europa, por parte dos EUA, de modernas armas nucleares tácticas. Alguns dos membros da NATO são detentores de poderosos arsenais nucleares e admitem a sua utilização num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz.

    Nunca como hoje as palavras de Albert Einstein terão feito tanto sentido: «a terceira guerra mundial não sei como será; a quarta será travada com paus e pedras.» A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências actuais e prementes.

    Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO