Outras Notícias

América Latina

  • A Cimeira das Américas decorre dias 10 e 11 de Abril, no Panamá, e conta, pela primeira vez com a participação de Cuba.
    Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, que participa nos fóruns que decorrem na Cidade do Panamá nos dias que antecedem esta Cimeira, afirma que “Os EUA ficaram isolados na questão da participação de Cuba. A OEA (Organização dos Estados Americanos) tem servido como uma espécie de instrumento de domínio dos EUA na região”, acrescentando que “Os povos disseram em alto e bom tom que não aceitam nenhuma reunião continental sem a presença de Cuba”.

    Em grande destaque nesta Cimeira estará ainda a República Bolivariana da Venezuela, confrontada recentemente com um inaceitável decreto do Presidente norte-americano onde é classificada como uma «ameaça à segurança dos EUA».
    A Venezuela anunciou que irá apresentar nesta Cimeira os muitos milhões de assinaturas recolhidas na campanha internacional pela revogação imediata do decreto do Presidente Obama contra a República Bolivariana da Venezuela – um abaixo-assinado que em Portugal foi apoiado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) que, como outras diversas organizações, promoveu a recolha de assinaturas.

    O CPPC expressa a sua solidariedade com Cuba - que é vítima do bloqueio e ingerência dos EUA -, assim como com a Venezuela - vítima da ingerência dos EUA -, e com todos os povos e países da América latina e das Caraíbas que afirmam a sua soberania e independência nacional, que afirmam o direito de decidir do seu futuro.

    O CPPC saúda a acção dos movimentos da paz de Cuba e da Venezuela, assim como de outros países da América Latina, no quadro da realização desta Cimeira, desejando que este seja um momento de fortalecimento da luta pela paz.

  • 17 de Maio, às 19h00, na Casa do Alentejo, em Lisboa

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), a Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) organizam uma sessão pública de solidariedade com a América Latina que contará, para além de intervenientes destas organizações, com a participação de deputados de países latino-americanos.

    Divulga e participa!

     

  • A Casa do Alentejo acolheu ontem, 17, uma sessão de solidariedade com a América Latina, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN).

    A iniciativa, que contou com a presença de mais de 20 deputados de forças progressistas de vários países da América Latina, das Caraíbas e da Europa e dos Embaixadores de Cuba e da Venezuela, foi assistida por uma sala completamente cheia, que não deixou nem por um instante de seguir atentamente as intervenções e de manifestar o seu apoio.

    Na mesa, as três organizações promotoras e deputados latino-americanos da Argentina, da Bolívia, do Brasil, de Cuba, de El Salvador, do Equador, do Perú, do Uruguai e da Venezuela partilharam os seus pontos de vista sobre as lutas dos povos, os avanços progressistas, a afirmação soberana e a cooperação, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também a resistência face à ofensiva das oligarquias e dos EUA contra as conquistas e avanços alcançados que melhoraram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas.

    Num ambiente festivo e combativo, que marcou toda a iniciativa, ficou clara a solidariedade entre os presentes e a profunda convicção de que, apesar de todas as ameaças e possíveis recuos momentâneos, o futuro será o que os povos através da luta e da sua solidariedade determinarem, um futuro mais justo e próspero, um futuro de Paz.

    A sessão terminou com um momento musical protagonizado pelo grupo português “El Sur”.

  • Face às acções de provocação e desestabilização e aos actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores mais reaccionários da oposição, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos.

    Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias da oposição, demonstram que aqueles que perderam sucessivas eleições continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais. O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.

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    Consulte aqui a versão em pdf

     

    • Considerando as enormes mudanças, concretizadas nos últimos 14 anos, na República Bolivariana da Venezuela, após a vitória do Presidente Hugo Chávez Frias, e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999;
    • Considerando que continuam os ataques à Revolução Bolivariana, como o demonstra a actual guerra económica de grupos nacionais e estrangeiros, que o povo venezuelano está a enfrentar, demonstrado que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos;

     

    A Assembleia da Paz, reunida no dia 7 de Dezembro, em Lisboa, na sequência das acções que o Conselho Português para a Paz e Cooperação tem promovido ou em que tem participado ao longo dos últimos anos, de solidariedade com a revolução Bolivariana e o povo venezuelano, na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas, decide:

     

    • Manifestar toda a solidariedade com o povo venezuelano na luta corajosa que enfrenta na defesa da sua Revolução Bolivariana e do importante desenvolvimento económico, social e cultural já conseguido;
    • Sublinhar as importantes conquistas do povo venezuelano na afirmação da sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações revolucionárias e de afirmação da sua soberania e independência nacionais perante a ameaça de ingerências externas;
    • Expressar a vontade de continuar a desenvolver acções de apoio e divulgação do importante contributo dado pela República Bolivariana da Venezuela para a evolução progressista da América Latina e para a sua afirmação soberana, (dando igualmente sequência à decisão da recente reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz, realizada em Caracas.)

     

     Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

     

     

     

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma o seu apoio ao povo venezuelano e à Revolução Bolivariana, a exemplo do que tem feito ao longo dos anos, designadamente quando as forças reaccionárias pretendem, através de uma violenta campanha anti-democrática, pôr em causa as escolhas do povo venezuelano e os seus dirigentes democraticamente eleitos.

    Assim, além de estar empenhado, em conjunto com outras organizações, na realização de acções de solidariedade com a Revolução Bolivariana, o CPPC torna clara a sua firme condenação da recente tentativa de golpe de Estado contra o Governo da Venezuela e o seu legítimo Presidente, Nicolás Maduro, bem como das manobras de desestabilização política, económica e mediática levadas a cabo pelas forças reaccionárias venezuelanas com apoios estrangeiros.

  • 5 Março , quinta-feira, 21h30 no ATENEU
    (rua do Cabido- Coimbra)

    Na sessão promovida pelo CPPC e a AAPC será exibido o documentário "A revolução não será televisionada" de Kim Bartley e Donnacha O'Briain seguido de debate sobre a situação na Venezuela.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou hoje na acção de solidariedade com a Revolução Bolivariana, que reuniu um alargado conjunto de organizações e cidadãos progressistas. As organizações presentes entregaram ao Exmo. Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela várias tomadas de posição expressando o seu apoio ao povo venezuelano.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação convida todos os amigos e amigas a participarem na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a realizar no próximo dia 5 de Março na Casa do Alentejo em Lisboa pelas 18h30.

    A iniciativa promovida pelo CPPC a CGTP-IN e a AAPC contará com a participação da embaixada da República Bolivariana da Venezuela.

    Participa!

     

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    O Conselho Português Para a Paz e Cooperação, promoveu, em colaboração com o Movimento Democrático de Mulheres e a Associação de Amizade Portugal Cuba, na sede desta última, no dia 11 de Outubro, uma Sessão Pública de Solidariedade com a Revolução Bolivariana.

    Na sessão participou o Presidente do Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz (COSI), Carolus Wimmer, que deu a conhecer todo o trabalho que é desenvolvido por este comité em colaboração com várias instituições venezuelanas em defesa da paz, da soberania e da Revolução Bolivariana.
    Realçou a importância da solidariedade internacional para com o povo da Venezuela e a Revolução Bolivariana, nomeadamente a que tem sido desenvolvida pelo CPPC, em colaboração com outras organizações.

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    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!

  • O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

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    Estimados deputados
    Senhoras Embaixadoras
    Senhor Embaixador

    Caros amigos e companheiros

    Uma saudação muito especial aos nossos convidados da América Latina e do Caribe que aceitaram partilhar connosco as suas lutas, os avanços progressistas nos seus países e em toda a região, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também as preocupações com as ameaças que pairam contra as conquistas progressistas que melhoram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas, com destaque para o Brasil, a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai, El Salvador, Argentina, Perú, tendo como exemplo Cuba socialista.

    São preocupações que partilhamos porque vivemos e lutamos contra os sucessivos ataques, ao longo de dezenas de anos, à revolução portuguesa, iniciada em 25 de Abril de 1974.
    Sabemos que a luta contra a opressão e as injustiças sociais não acaba com o fim da ditadura.

  • Organizações entregaram na Embaixada do Brasil tomada de posição de protesto

    Uma delegação de representantes das organizações subscritoras, acompanhados de activistas portugueses e brasileiros entregaram, hoje, 6 de Abril, pelas 19h00, na Embaixada do Brasil, em Lisboa, uma tomada de posição de protesto subscrita por dezenas de organizações.

    No local foi lida a posição e anunciado um acto público de protesto para a próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00, junto à Embaixada do Brasil.

  • Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016

  • Acto público de protesto
    11 de Abril, 18h00
    Junto à Embaixada do Brasil
    (Estrada das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a ordem de prisão contra Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18.00 horas, junto à Embaixada do Brasil.

  • Acto público de protesto
    13 de Abril, 18h00
    Junto ao Consulado Geral do Brasil
    (Avenida de França, 20 - junto à Rotunda da Boavista)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Sexta-feira, dia 13 de Abril, pelas 18.00 horas, junto Consulado Geral do Brasil no Porto.