Ato Público | Pela Justiça e Igualdade Social! Solidariedade com o povo dos EUA! | Lisboa

Em todas as iniciativas do CPPC serão respeitadas as recomendações de salvaguarda da saúde pública.

Em todas as iniciativas do CPPC serão respeitadas as recomendações de salvaguarda da saúde pública.

Em todas as iniciativas do CPPC serão respeitadas as recomendações salvaguarda da saúde pública.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade para com o povo dos EUA que, na sequência de mais um assassinato de um cidadão negro às mãos de forças policiais, tem realizado grandes manifestações nas ruas de várias cidades contra a discriminação, pela justiça e a igualdade social.
O CPPC condena a forte repressão de forças policiais e militarizadas contra os manifestantes, que no exercício dos seus legítimos direitos exigem o respeito e o cumprimento dos direitos de todos.
Os EUA são actualmente o país com maior número de infectados e de vítimas mortais da Covid-19, em resultado da desvalorização da situação e da não tomada de medidas preventivas adequadas por parte da Administração presidida por Donald Trump.

Os contornos da tentativa de agressão mercenária contra a Venezuela de 3 e 4 de Maio vão sendo conhecidos à medida que são tornados públicos documentos e confissões de alguns dos detidos. As provas até agora reunidas revelam uma operação de grande envergadura (e avultados investimentos) que congrega a oposição violenta e golpista venezuelana, militares desertores, grandes empresários de diferentes nacionalidades, narcotraficantes, mercenários norte-americanos e os governos da Colômbia e dos Estados Unidos da América.
As declarações prestadas às autoridades venezuelanas pelos mercenários capturados, entre os quais se contam dois ex-militares dos EUA, um funcionário da agência norte-americana DEA e militares venezuelanos desertores, ajudam a revelar os criminosos objetivos da chamada Operação Gedeón. Os intervenientes nos desembarques do início do mês, e que eram apenas uma parte de toda a operação, pretendiam assassinar o legítimo presidente Nicolas Maduro e assumir o controlo dos principais aeroportos e dos serviços de informações e segurança do país.